quinta-feira, 8 de agosto de 2013

O que aconteceu com os policiais na vila Brasilândia foi chacina ou suicídio (Noticia nota ZERO)




A morte de uma família de policiais militares parece ser um caso sem precedentes. Absolutamente chocante ver que até uma criança de 13 anos morreu com um tiro, além de dois parentes que estavam na casa. Luis Marcelo Pesseghini, da Rota, era casado com Andreia Regina Bovo Pesseghini, cabo do 18º Batalhão. Marcelo era o nome do menino. O que inicialmente foi tratado como uma chacina praticada pelo PCC, segundo a própria polícia militar, foi uma sequência de homicídios praticados pelo garoto, seguido de seu suicídio. O fato de ter sido usada apenas uma arma, e de não haver sinais de arrombamento nem de troca de tiros, praticamente descarta a possibilidade de um atirador do PCC. Chama a atenção à presença no local do crime de dois políticos ex-integrantes da Polícia Militar. O deputado estadual Major Olímpio, segundo o Estadão, entrou no local do crime e deu entrevistas explicando o que ocorreu. É mais que sabido que o local do crime deve ser preservado para o trabalho dos peritos criminais e que a presença de pessoas estranhas ao serviço apenas pode atrapalhar a perícia. Já o vereador Coronel Telhada, que tem como uma de suas frases prediletas "se eu morrer vingue-me", postou na sua página do Facebook que estava indo ao local "para nos cientificarmos do que realmente ocorreu na chacina", como se tivesse alguma atribuição no caso. Em página feita em homenagem ao cel. Telhada e, ao que parece não administrada por ele, há uma foto da família morta com a frase: "Minha revolta vai passar quando quem fez isso estiver deitado..." Na mesma página, além de diversas postagens contra o que chama de "doutores dos direitos humanos", há algumas declarações em que claramente se faz a incitação à vingança. Em uma delas, que exibe uma espécie de cartaz com a frase "bandido bom é bandido morto", o administrador diz que "na Rota ninguém chora o enterro do amigo sem antes promover o do inimigo". Em outra, há a foto de alguns soldados da Rota enfileirados e armados, com a inscrição: "Mexeu com a família a pegada é outra parceiro”. Muitos policiais se mostram incrédulos sobre a versão de que o garoto teria sido o autor. Tanto que o próprio Telhada foi hostilizado por ter divulgado essa versão. Alguns disseram que ele estava ocultando a verdade por interesses políticos. Matar policial é crime que se paga com a própria vida. Essa regra está de tal modo arraigada na corporação que muitos fazem publicamente sua apologia. 
“O problema é que essa postura em nada diminui a criminalidade, servindo apenas para acrescer ainda mais violência ao fato ocorrido, agravando a insegurança de toda a população”.





Hotel Transilvânia (Apenas visualizado em Internet Explorer)